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Manoel Luiz Oliveira é reeleito e empossado para a presidência da CBHb

Sergipano terá Ricardo Souza como primeiro vice-presidente e Jefferson Oliveira como segundo vice-presidente

Manoel Luiz Oliveira e o vice Ricardo Souza

Aracaju (SE) - A chapa HandBrasil - Novos Desafios, liderada pelo presidente em exercício Manoel Luiz Oliveira, foi eleita e empossada para estar à frente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) durante o ciclo olímpico que vai de 2017 a 2020. Ao lado de Ricardo Souza, primeiro vice-presidente, e Jefferson Oliveira, segundo vice-presidente, o dirigente obteve 98 pontos durante a Assembleia Eletiva, realizada em Aracaju (SE), nesta quarta-feira (1), que contou com a presença dos presidentes das Federações Estaduais e dos integrantes das comissões de atletas, clubes e árbitros. 

A chapa concorrente Participa Handebol, composta pelos candidatos Fabiano Lima Cavalcante, Cláudio Humberto Dias e Iara Silvares dos Santos Manente, contou com 36 pontos. Vale lembrar que o voto de cada Federação tem peso seis, já o das três comissões tem peso um. Quatro Federações foram impugnadas por falta de documentação e, por esse motivo, não estavam aptas a votar. Houve ainda um voto nulo.

Para atender aos anseios da governança corporativa, que preconiza as melhores práticas de gestão, a CBHb contou com processos inéditos na história da entidade. Pela primeira vez, o colégio eleitoral também contou com a representatividade das comissões de atletas, clubes e árbitros. O presidente de cada uma delas teve direito a voz e a voto. 

Representante dos atletas, Bruno Carlos de Oliveira, da Seleção Brasileira de Handebol de Areia, destacou a importância das comissões para o maior crescimento do handebol. "Esse é um passo importantíssimo para o desenvolvimento da modalidade, já que podemos aproximar atletas, clubes e árbitros da Confederação por meio de um link direto com as comissões. Dessa forma, todos podem compreender e dar contribuições. É fácil ficar criticando quando não temos o conhecimento do outro lado, mas com essa abertura, todos os lados crescem e quem mais ganha é o handebol", disse Bruno, que votou juntamente com Alexandre Schneider, presidente da comissão de clubes, e de Sálvio Sedrez, representante dos árbitros.

Outro processo inédito na CBHb foi a implantação da Comissão Eleitoral. Fábio Rodrigo de Paiva Henriques, que presidiu a mesma, frisou que ela confere maior lisura ao processo eleitoral e que a entidade está na vanguarda das Confederações Brasileiras. "A Comissão Eleitoral é um ato de regimentos e normas modernas, que preveem a descentralização do processo eleitoral das entidades, transferindo para um órgão externo e isento a responsabilidade pela condução dos trabalhos eleitorais. O voto continua sendo dos eleitores, mas sob a coordenação dessa comissão. O órgão, de uma forma isenta, conduz o processo eleitoral sem tomar partido de nenhuma das partes. Isso mostra uma total transparência, que resguarda ambos os concorrentes. Algumas Confederações Brasileiras estão desenvolvendo esse trabalho de implementação dessas comissões e a CBHb foi uma das primeiras a instituir tal comissão, ato aprovado pelos próprios estatutários", explicou. 

Para o ciclo olímpico que está no início, Manoel Luiz Oliveira explanou um pouco sobre as propostas para a gestão. "O nosso objetivo é fazer a continuação do processo da governança corporativa, com gestões ampliadas e compartilhadas, desenvolvimento dos acampamentos, seguir trabalhando em nosso Centro de Desenvolvimento, proporcionar o maior crescimento da Liga Nacional e dos campeonatos nacionais. Como meta, queremos ocupar a melhor quantidade de pódios possíveis e estar entre os dez melhores países do Mundo. Dentro da área de gestão, queremos nos aperfeiçoar cada vez mais, e na área técnica fortalecer as competições internas, o que passa por desenvolvimento, treinamento para gestores e padronização dos procedimentos das Seleções", garantiu.

O presidente falou um pouco sobre o atual momento do handebol. "Atualmente o handebol brasileiro tem reconhecimento interno e externo, somos uma das maiores potências mundiais, o 13º melhor país no ranking da IHF. É claro que temos muitas coisas para ajustar e vamos trabalhar por isso. Temos uma responsabilidade enorme nesse meu último mandato à frente da CBHb, que será um grande e contínuo desafio. O nosso último ciclo foi extremamente positivo, com um título Mundial, melhor participação de todos os tempos em uma edição de Jogos Olímpicos, mantivemos a hegemonia continental e somos número um das Américas, em qualquer índice avaliado. No handebol de areia, somos tetracampeões no masculino e tricampeões no feminino", completou. 

O Conselho Fiscal também foi definido em votação e será composto por seis integrantes. Os três efetivos serão Clério Pinto, Francisco Farias e Sérgio Alves. Antônio Pereira de Carvalho Filho, Gilson Dória e Leonardo Scanapieco serão os suplentes. Para o Conselho de Administração, o novo integrante será Ricardo Trade. 

Antes da Assembleia Eletiva, foi realizada a Assembleia Geral Ordinária, na segunda (30) e terça-feira (31). Durante os dois dias foram apresentados os relatórios de 2016, referentes aos setores administrativo e financeiro, técnico, de arbitragem, governança corporativa, departamento jurídico, handebol de areia e os resultados conquistados por meio do trabalho da comunicação e marketing. As prestações de contas do ano foram avaliadas e aprovadas durante a Assembleia. Outros assuntos também foram discutidos, como os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Bolsa Atleta, Centro Nacional de Desenvolvimento e o evento 24 horas de Handebol. Os presentes tiveram ainda explanações sobre antidopagem, com Celso Giacomini, diretor de Educação e Informação da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), e sobre novos projetos e identificação de talentos, com Edgar Hubner, Gerente Geral de Juventude e Infraestrutura do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e Diretor Geral dos Jogos Escolares da Juventude. Durante a Assembleia, a CBHb assinou com a ABCD, por meio do Secretário Nacional, Rogério Sampaio, um acordo de cooperação para 2017. Juntas, as entidades visam aumentar o plano de controle de dopagem do handebol.

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