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No Acampamento Nacional, atletas do Infantil Masculino vão do colégio ao sonho da Seleção Brasileira

Jogadores participaram das atividades em São Bernardo do Campo (SP) depois de se destacarem em escolas

Acampamento Nacional - Infantil Masculino

Da redação, Santo André (SP) - O handebol é uma modalidade conhecida por ser muito praticada nas escolas de Norte a Sul do País. Uma das grandes amostras desse dado é a participação dos integrantes do Acampamento Nacional de Desenvolvimento e Melhoria Técnica da categoria Infantil Masculina, que chegou ao fim nessa segunda-feira (20), no Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol, em São Bernardo do Campo (SP). Muitos dos atletas que lá estiveram durante 10 dias começaram a praticar a modalidade (e ainda jogam) em colégios e não pretendem parar por aí. O sonho de integrar a Seleção Nacional move cada um deles a ir cada vez mais longe. Afinal, dos 67 meninos, 21 serão selecionados para integrarem a equipe brasileira da categoria em uma próxima convocação.

Um dos exemplos é o de Rafael Oliveira, do Espírito Santo, que se espelhou no irmão e agora quer ir longe dentro de quadra. "Comecei a jogar há três anos. Meu irmão (Ricardo Oliveira) jogava na mesma escola que eu, e ele teve as mesmas experiências, veio para o Acampamento, e aí eu quis tentar também. Comecei a jogar no Colégio Castro Alves e acabei vindo para cá. Trabalhamos bastante no meu colégio para tentar sempre evoluir e buscar trazer atletas para o Acampamento. Está sendo uma experiência muito legal e sempre foi um objetivo que eu tive. Agora, estou aqui e espero estar no final do ano entre os 20 melhores", explicou o armador central.

Carlos Eduardo Oliveira da Silva, do Rio de Janeiro, também chegou ao Acampamento após se destacar pelo colégio onde estuda. "Eu já jogava basquete, mas não dava muito certo. Então, um colega me convidou para jogar handebol no começo deste ano no Colégio Antônio da Silva. No handebol, foi mais fácil, comecei a gostar mais, tive um prazer maior jogando e continuei", afirmou.

"No meu colégio, todos os técnicos cobram e puxam muito, elogiam e dão bronca quando tem que dar, então, já estou acostumado. Tem treino três vezes por semana, às vezes de sábado quando tem competição importante. Treinamos bastante lá. Aqui, conheci pessoas novas, fiz amigos novos e não tive dificuldades para lidar com ninguém. Todos estão sendo meus amigos, e eu estou sendo amigo de todos", acrescentou o ponta direita.

Na opinião do técnico Guilherme Borin, que foi convidado para integrar o grupo de treinadores no Acampamento Infantil Masculino, as vantagens são enormes pelo handebol ser praticado dentro das escolas.

"Temos uma diversidade de atletas muito grande dentro do que procuramos, como biótipo e possibilidade de jogos, e o que vemos nos acampamentos é que a grande maioria vem das escolas, tanto atletas quanto treinadores. A escola é o grande berço desses meninos. Dentro das escolas, vamos observando e vendo meninos que saem de lá e estão subindo de nível. A grande importância desses acampamentos regionais e nacionais é capacitar os treinadores e levar para a realidade da escola um trabalho melhor, que conversa com o que a Confederação quer para as Seleções", declarou.

O Acampamento Nacional deste ano, que é realizado em parceria com os Correios, já teve a realização das categorias Juvenil Feminina, Juvenil Masculina, Cadete Feminina, Cadete Masculina e Infantil Masculina. Na última ação de 2017, as atletas do Infantil Feminino estarão no Centro de Desenvolvimento de 23 de novembro a 2 de dezembro.

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